Dom Amilton vai a Roma e se encontrará com o Papa Francisco

O bispo da diocese de Guarapuava (PR) participará da plenária da “Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica”.

08/12/2021 09H45

Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Mauricio Toczek. Outubro de 2014.

O bispo da diocese de Guarapuava (PR), dom Amilton Manoel da Silva, CP, participará, em Roma, da plenária da “Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica”. O tema do encontro será “novas fundações e novas formas de vida consagrada. Discernimento, acompanhamento e aprovação”. As atividades terão início em 9 de dezembro e encerrarão no dia 11, quando os participantes se encontrarão com o Papa Francisco. O evento normalmente ocorre a cada um ou dois anos, dependendo das necessidades percebidas pela Congregação. A última plenária estava marcada para 2019, mas precisou ser adiada para 2021, por causa da pandemia da COVID-19.


A “Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica” foi fundada no ano de 1586, pelo Papa Sixto V. Sua função, segundo informações da página oficial da congregação, é “promover e apoiar propostas e iniciativas que, segundo os ensinamentos do Concílio Vaticano II, contribuem para fazer viver plenamente a vida consagrada na Igreja”.


O atual prefeito da Congregação é o Cardeal João Braz de Aviz, nascido na cidade de Borrazópolis, no Paraná, e arcebispo emérito de Brasília. Ele é assessorado pela comissão interna, composta por um bispo secretário e diversos superiores de congregações religiosas. Há também a equipe externa, composta por bispos e outros representantes de diversos continentes, cuja função é levar o contexto desses lugares às plenárias.

Dom Amilton faz parte da comissão externa desde 2019, e deve permanecer no cargo até 2024. Outros 4 bispos, além de 5 cardeais, 14 superiores-gerais de congregações (sete masculinos e sete femininas), representam outras regiões do mundo, na mesma equipe. 

O Papa Francisco me colocou como membro dessa comissão, uma vez que sou um bispo que vem de uma congregação religiosa (Passionistas). Durante esses dois anos não conseguimos realizar as plenárias, onde se discute um determinado assunto referente à vida religiosa consagrada para ajudar o Papa. Depois do encontro, sai um documento instrumentum laboris (Instrumento de trabalho), que será apresentado para o Pontífice. O último foi o documento ‘Para Vinhos Novos, Odres Novos’, produzido em 2017”, disse o bispo.

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