Todos os Santos

Reflexões de dom Amilton Manoel da Silva, CP, para a solenidade de Todos os Santos


Esta solenidade celebra a plenitude da vida cristã e a Santidade de Deus manifestada em seus filhos, os santos da Igreja. Recordamos aqueles que vivem para sempre diante de Deus, entre os quais, se encontram nossos entes queridos que já faleceram. Os santos são pessoas normais, que no passado e no presente dão testemunho de fidelidade a Cristo.

A 1ª leitura (Ap 7,2-4.9-14) afirma que uma grande multidão de pessoas, de todos os povos, participa da glória celeste, junto de Deus. O texto fala de 144 mil eleitos. O Número é simbólico e indica a totalidade da comunidade cristã. (12x12x mil:12 tribos do AT + 12 apóstolos do NT + mil).

A 2ª leitura (1Jo 3,1-3) recorda que a vida divina, que se manifestará no final da vida, já está presente em nós desde agora.

No Evangelho (Mt 5,1-12), Jesus apresenta uma proposta de Santidade, resumida nas bem-aventuranças. O bem-aventurado é Cristo, e quem o segue verdadeiramente se torna um bem-aventurado para o mundo. A Santidade não é mero produto de nosso esforço somente, nem tão pouco resultado automático da graça, mas efeito da ação de Deus. A Morada dos Santos é o céu, que não é um lugar, mas um estado de felicidade na presença e companhia de Deus, dos Anjos e dos Santos, que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram nem o homem pode imaginar o que Deus preparou para aqueles que o ama” (1Cor2,9).  Na terra “vemos como num espelho, mas depois veremos face a face” (1Cor13,12).

Como temos vivido a vocação à Santidade?

Bom domingo!
Deus te abençoe por intercessão de todos os Santos.